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ANR reivindica o uso de divisórias de acrílico como alternativa para manutenção do distanciamento social

A ANR encaminhou, na última semana, um ofício à Prefeitura de São Paulo, reivindicando a possibilidade do uso de divisórias de acrílico nos estabelecimentos food service. O item seria uma alternativa à manutenção do distanciamento social. Hoje, de acordo com as regras impostas pela Prefeitura, bares e restaurantes precisam manter uma separação de 2 metros entre uma mesa e outra.

A solicitação da entidade se baseia na própria Portaria PREF 696, que autorizou a reabertura gradual de restaurantes na cidade de São Paulo, e indica a possibilidade de, ao invés da distância entre as mesas, utilizar barreiras de proteção acrílica entre elas. “Propomos que seja aceita a instalação da proteção de forma opcional, uma vez que a Portaria já admite o uso de barreira acrílica nos caixas, balcões de atendimento, credenciamento, pontos de informação, recepções, locais de entrega de alimentos e similares”, afirma a ANR no ofício assinado pelo presidente da associação, Cristiano Melles, e pelo consultor jurídico, Carlos Augusto Pinto Dias.

O documento destaca, ainda, que a forma de proteção sugerida deve ser considerada, uma vez que a medida também já ocorre em buffets, mostrando-se “efetiva no combate à transmissão do vírus e no atendimento seguro aos clientes”.

Flexibilização de horário

A ANR também pleiteia junto à Prefeitura uma nova flexibilização no horário de funcionamento de bares e restaurantes na capital paulista na fase amarela. Em ofício enviado ao prefeito Bruno Covas, a entidade pede um novo ato administrativo do Executivo municipal para permitir que clientes que já estão no estabelecimento, com entrada até 22h, possam permanecer no local até pelo menos uma hora depois do fechamento.

De acordo com a proposta da ANR, a possibilidade da permanência estaria condicionada a uma série de requisitos por partes dos estabelecimentos, como: dedicação preponderante ao fornecimento de refeições; estar devidamente registrado no CMVS, além de contar com responsável técnico cadastrado na COVISA; possuir estacionamento conveniado; disponibilizar pessoal (próprio ou terceirizado) para o exercício da função de portaria; e não ter histórico de autuações por desrespeito ao protocolo de reabertura do segmento de restaurantes, bares e similares.

A ANR ressalta que todos os seus associados têm cumprido à risca os protocolos sanitários para combater a Covid-19 e estão comprometidos em retomar os negócios de maneira segura para clientes e colaboradores.

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