Padronização e Gestão da Qualidade em Redes de Food Service: a experiência da Batata Inglesa

Data de publicação: 26 de fevereiro de 2025
Contexto do setor
A gestão da qualidade em redes de food service se torna cada vez mais desafiadora à medida que a operação cresce, principalmente quando há múltiplas unidades, produção própria e atuação intensa em shopping centers. Nesse cenário, **padronização, rastreabilidade e visibilidade operacional** deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos para sustentabilidade do negócio.
Sobre a operação
A Batata Inglesa é uma rede de food service com atuação no Rio de Janeiro, atualmente com 10 unidades em operação, oferecendo pratos rápidos, serviço à la carte e delivery.
A marca sempre teve forte preocupação com qualidade e segurança dos alimentos, contando com área formal de qualidade e práticas consolidadas como controle de temperatura, rastreabilidade, POPs, treinamentos de boas práticas e auditorias internas.
O desafio típico das redes
Mesmo com processos estruturados, a operação enfrentava desafios comuns a redes em expansão:
– Controles majoritariamente realizados em papel;
– Dificuldade de manter registros organizados e confiáveis;
– Baixa visibilidade da rotina operacional à distância;
– Ocorrência de não conformidades recorrentes;
– Dependência excessiva de arquivos físicos.
O principal ponto não era a ausência de processos, mas sim a dificuldade de garantir padronização e acompanhamento contínuo em todas as unidades.
A decisão estratégica
A adoção do Gestton surgiu como uma decisão estratégica para:
– Digitalizar os controles de qualidade;
– Padronizar rotinas entre unidades;
– Garantir rastreabilidade das informações;
– Permitir gestão à distância com dados em tempo real;
– Apoiar decisões com informações mais fidedignas.
O objetivo central era manter o padrão da marca, reduzir falhas operacionais e tornar a gestão da qualidade mais eficiente e sustentável.
Implantação e uso na prática
O sistema passou a ser utilizado diariamente pela equipe operacional, integrando processos críticos da rotina, como:
– Checklists de Boas Práticas de Fabricação;
– Controle de temperaturas;
– Registros de higienização;
– Recebimento de mercadorias;
– Gestão de não conformidades;
– Padronização de POPs e documentos.
A adaptação das equipes foi gradual e positiva, com rápida assimilação após o treinamento inicial, fortalecendo o engajamento com os controles e a cultura de qualidade.
Resultados percebidos
Após a implantação, os principais ganhos observados foram:
– Maior confiabilidade dos registros;
– Eliminação de falhas de preenchimento;
– Visibilidade em tempo real da operação;
– Redução de não conformidades;
– Padronização efetiva entre unidades;
– Agilidade em auditorias internas e externas;
– Redução significativa do uso de papel.
A centralização das informações e a rastreabilidade dos dados facilitaram tanto o acompanhamento da rotina quanto o atendimento a fiscalizações sanitárias.
Aprendizado para o setor
A experiência da Batata Inglesa reforça um ponto-chave para redes de food service:
– A qualidade não depende apenas de processos bem definidos, mas da capacidade de acompanhar, padronizar e agir rapidamente sobre a operação, mesmo à distância;
– A digitalização dos controles permitiu transformar registros operacionais em ferramenta de gestão, apoiando decisões mais rápidas e assertivas.
Conclusão
A implantação do Gestton fortaleceu a padronização, a visibilidade e o controle operacional, apoiando a segurança dos alimentos e a sustentabilidade da operação em rede.
A Batata Inglesa recomenda a solução para outras operações de food service que buscam escala com controle, padronização com eficiência e qualidade com dados confiáveis.



