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Muitas vendas, poucas respostas: por que a integração de dados virou o centro da gestão no food service

Data de publicação: 03 de novembro de 2026

Entenda como redes de bares e restaurantes estão reorganizando a gestão a partir da integração de dados e o que vem a seguir com a inteligência artificial

O salão encheu, o delivery não parou e o caixa fechou com bom faturamento. Ainda assim, na manhã seguinte, o gestor não consegue responder com segurança quanto custou o que foi vendido, qual insumo apertou o estoque ou se tudo o que entrou no caixa foi corretamente conciliado no financeiro.

Essa cena é mais comum do que parece, inclusive em operações maduras e com boa saúde financeira. E não é falta de esforço da equipe: é o reflexo de uma gestão que cresceu em canais, sistemas e volume de informação, mas não na mesma velocidade em capacidade de consolidar e analisar esses dados.

Quando cada área tem a sua própria versão dos números

Nos últimos anos, a rotina do food service ganhou camadas. Salão, delivery e retirada convivem com diferentes meios de pagamento, aplicativos e frentes de caixa. Cada um gera seus próprios registros, e boa parte deles ainda não conversa entre si.

O resultado é uma operação em que compras, estoque, produção e financeiro trabalham com informações diferentes sobre a mesma realidade. Um desvio no consumo de um ingrediente, por exemplo, pode passar dias sem ser percebido, até aparecer no custo da mercadoria vendida ou no resultado do mês, quando já não há mais o que corrigir.

Nesse contexto, o ERP deixou de ser uma ferramenta de apoio administrativo e passou a ocupar o centro das decisões. A pergunta deixou de ser “onde registrar e buscar as informações” e passou a ser “como transformar informações em uma visão única do
negócio”.

Do backoffice fragmentado a um ecossistema integrado

Essa é a proposta da ACOM Sistemas, empresa de tecnologia fundada em Curitiba em 2003 e com atuação em todo o Brasil. Seu principal produto, o EVEREST 3.0, é uma plataforma de gestão especializada em alimentação fora do lar, pensada para funcionar
como núcleo operacional de bares, restaurantes e redes.

A solução reúne, em um único ambiente, todas as áreas críticas do negócio, desde compras, estoque e produção, até o financeiro, contabilidade e vendas, integrando dados de outros sistemas, como frentes de caixas e PDV, transformando o backoffice em um
grande ecossistema.

Mais do que reunir diferentes áreas em um mesmo sistema, o EVEREST 3.0 busca eliminar a fragmentação de informações que ainda é comum em muitas operações. Ao conectar todo o backoffice, o gestor passa a ter uma visão integrada do negócio, permitindo que acompanhe indicadores, identifique desvios e tome decisões com base em dados sólidos e confiáveis. Por exemplo, se determinado ingrediente passa a ser consumido com maior frequência no processo de produção, o impacto dessa mudança pode ser percebido não apenas no estoque, mas também nos custos e resultados de toda a cadeia operacional.

Na prática, operações que adotaram o EVEREST 3.0 relatam mudanças significativas que vão da expansão ao ganho de tempo em tarefas rotineiras. No Grupo EME, a implantação começou com quatro lojas e acompanhou o crescimento até oito unidades, sustentando os controles de compras, custos e desempenho de produtos ao longo da expansão. O Grupo Di Paolo utiliza a plataforma na gestão de sua rede de restaurantes. E, para o Vinil Burger, o principal ganho está na automatização de tarefas que antes dependiam de trabalho manual.

IA e previsão de demanda: o próximo passo da gestão

Se a integração resolve a fragmentação, o próximo desafio é transformar esse volume de dados em antecipação. É nessa direção que a ACOM apresentou ao mercado neste ano o EVEREST 4.0, nova geração da plataforma, em desenvolvimento, que incorpora a inteligência artificial de forma nativa aos processos de gestão.

Segundo Eduardo Ferreira, CCO da ACOM Sistemas, a IA passa a atuar como eixo central da plataforma: compreende o contexto da operação, responde de forma intuitiva às necessidades do gestor, analisa padrões, acompanha indicadores e aponta oportunidades de resultado.

Outra frente anunciada é uma ferramenta de previsão de demanda, desenvolvida em parceria com a startup portuguesa ADECI. A solução cruza o histórico de vendas do estabelecimento com variáveis externas, como clima, feriados, shows, jogos e eventos, para
projetar cenários de consumo. Como explica Ferreira, um restaurante não vende a mesma quantidade todos os dias, e antecipar essas oscilações ajuda a tomar decisões mais precisas sobre compras, produção, estoque e até escala de equipe. Para o setor, isso
significa atacar ao mesmo tempo dois problemas que pesam na margem: a falta de produto nos dias de pico e o desperdício nos dias de movimento abaixo do esperado.

Para o executivo, o principal impacto dessas evoluções tecnológicas está em transformar grandes volumes de dados operacionais em informações úteis, reduzindo a distância e o tempo para a tomada de decisão dos gestores. “O objetivo é reduzir o tempo que os gestores gastam consolidando informações e ampliar o tempo dedicado à análise estratégica, ao desenvolvimento das equipes e à experiência do cliente. A tecnologia assume o trabalho repetitivo; a gestão fica com as decisões que fazem diferença”, afirma Ferreira.

Gestão integrada é decisão de negócio

Para quem está expandindo ou para quem quer extrair mais resultado de uma operação consolidada, a lógica é a mesma: decisões melhores dependem de informações seguras e conectadas. O food service que cresce com controle é aquele em que os números respondem às perguntas antes que elas virem problema.

Para conhecer o EVEREST 3.0 e as condições especiais para associados ANR, entre em contato pelo e-mail comercial@acomsistemas.com.br ou acesse www.everestfood.com.br.

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