Associados ANR: Grupo Jam – Expansão apesar das incertezas do país

Data de publicação: 16 de setembro de 2026
A trajetória do grupo começou em 2002, quando foi inaugurada a primeira unidade do Jam – Japanese Food, Arts & Music, no Itaim, em São Paulo. O restaurante, inicialmente chamado de Jam Warehouse, ganhou uma filial 7 anos depois nos Jardins. Neste ano, a companhia pretende montar mais uma unidade, na mesma cidade. Isso apesar das incertezas econômicas que pairam no horizonte, adensadas pela eleição presidencial que se avizinha. “A indisciplina fiscal do governo federal, independentemente de quem esteja no poder, compromete o crescimento do país e diminui a confiança no futuro”, diz Rodrigo Fróes, um dos sócios do Grupo JAM. “Apesar disso, estamos decididos a expandir”.
A holding também é dona da Morota Pescados, que nasceu, em 1970, como uma peixaria no Mercado Municipal de São Paulo. Nas mãos de Fróes e seus sócios, virou uma indústria que abastece cerca de 300 restaurantes, a exemplo do Kinoshita, do Kitchin, do Nakka e do Ráscal. “A dificuldade de encontrar fornecedores para o Jam motivou a compra da Morota”, conta Fróes. Uma das espécies mais vendidas é o atum, pescado em boa parte da costa brasileira de Santa Catarina ao Espírito Santo. Já o bluefin, variedade que ganhou status de joia gastronômica, é importado pela companhia.



